segunda-feira, 31 de maio de 2010
segunda-feira, 24 de maio de 2010
O FIM ESTÁ PROXIMO CDS
Sinto ser portador de más notícias ao DJs e pessoas amantes do CD, mas ele está com os dias contatos.
A limitação do CD nunca foi divulgada, mas agora ela é aparente diante da grande enxurrada de tecnologia que invade o mercado musical.
Está acontecendo quase a mesma coisa que aconteceu com a fita cassete na década de 90 e ela foi engolida pela evolução.
Ao contrário do que muitos pensavam, inclusive eu, o CD também está sendo engolido e a época das "vacas gordas", que muitas empresas passaram, agora começa a se tornar uma incógnita, e muitas correm atrás do que as concorrentes já fazem.
As maiores feiras de tecnologia em áudio que aconteceram até agora no mundo, como a NAMM 2010 e a Musikmesse 2010, foram quase totalmente focadas em dados, deixando de lado as mídias físicas.
Dezenas de controladoras oferecem recursos quase que ilimitados, inclusive manipulando áudio e vídeo no mesmo sistema, ao mesmo tempo, mas por valores cerca de 60% abaixo dos valores do conjunto de tocadores de CDs e mixer.
Todos pensavam (além das próprias fábricas) que o vinil acabaria. Mas a Serato, empresa bastante conhecida no meio, foi na contra-mão do mercado e lançou o sistema quase perfeito de manipulação de dados por vinil que revolucionou o áudio e mostrou um caminho de incríveis possibilidades para outras empresas.
O sistema de dados é infinitamente superior à mídia física, começando pelo fato de que uma controladora com placa de áudio possui uma qualidade de áudio em 24 bits, equivalente ao DVD, e um CD só chega a 16 bits.
Mas e o fato da gigante e queridinha dos brasileiros, Pioneer, ter lançado os CDJs 350, 900 e 2000, apostando no mercado de CDs e ignorando, em partes, as controladoras ?
Eu digo que a Pioneer está desesperada com o fato "dados", tirando de fabricação o CDJ 1000 para colocar aparelhos mais modernos, compactos e de melhores aparências visuais, que manipulam os dados em pen drives e se conectam com softwares controladores. Isso é um tiro no pé, já que os aparelhos são caríssimos e ainda não possuem placas de áudio integradas de 24 bits.
Outro lado negativo dos CDs são os valores cobrados, pois uma série de taxas é embutida, além de tributos e direitos, que os dados não possuem (ou não mostram), tornando tudo mais fácil e vantajoso para o consumidor.
Essa parte burocrática e financeira do CD está obrigando as gravadoras a reverem seus planos de ganhos e adotar medidas drásticas baixando muito os valores das mídias físicas. Mesmo assim, muitas estão quebrando e não vale mais a pena vender CDs, somente ter propriedade dos direitos autorais.
A Expo Music deste ano no Brasil deve ser também cerca de 50% voltada para dados, um número abaixo das outras feiras, devido ao nosso atraso em receber novidades, mas que reflete a evolução da música no Brasil.
A desvantagem do CD é imensa em todos os lados, mas os menos informados ainda gastam fortunas com aparelhos, que são mais aparência do que usuais. Em comparação, o valor de um só CDJ 400 corresponde ao de uma boa controladora com efeitos, já com mixer embutido e software.
Então se você ainda tem seus tocadores de CDs, fitas cassetes e coisas do gênero, trate de passá-los para outras pessoas, porque daqui a algum tempo você só poderá doá-los e ainda assim, procurando muito por instituições que queiram.
O sistema de dados está em todos os lugares. É uma realidade e as empresas que manipulam dados evoluíram cada vez mais e aos poucos serão mais competitivas, barateando custos e dando mais acessibilidade para todos.
Logo os CDs servirão como peso de papel e prendedor de porta, contrariando o que muitos pensavam.
fonte: Fabio Reder
Colunista da Guia da Semana...
Quem é o colunista: DJ há 18 anos, produtor musical há três anos, divulgador de musicas para rádios desde 1997.
O que faz: DJ, produtor de música eletrônica e empresário do ramo de Rádio.
Pecado gastronômico: Lasanha e Pavê de Sonho de Valsa.
Melhor lugar do Brasil: Meu estúdio de produção musical.
O que está ouvindo no carro, iPod ou mp3: Musica eletrônica e diversos outros estilos que contenham letras bacanas e melodias.
Fale com ele: contato@djfabioreder.com ou acesse o site do colunista!
quinta-feira, 20 de maio de 2010
INSPIRA MUSICA ORIGINAL MIX JULIANO ZUCARE

sexta-feira, 14 de maio de 2010
Comissão da Câmara aprova regulamentação da profissão de DJ
A Comissão de Trabalho da Câmara dos Deputados aprovou na quarta-feira (12) a regulamentação da profissão de DJ (disc-jockey). Para entrar em vigor, o projeto ainda precisa ser analisado pela CCJ (Comissão de Constituição e Justiça).
De autoria do senador Romeu Tuma (PTB-SP), a proposta exige dos DJs diploma de curso profissionalizante, carteira profissional de habilitação e certificado de capacidade profissional emitido pelo sindicato da área.
A exigência de registro é um dos pontos que gera controvérsia entre os profissionais da área. Outro dispositivo polêmico é o que prevê a participação de 70% de DJs nacionais quando um evento escalar um DJ estrangeiro.
"O DJ pode ser, sim, equiparado aos artistas, se considerarmos o efeito que a manipulação do som causa nos frequentadores das casas noturnas. Atualmente temos espetáculos muito concorridos, com a presença de milhares de espectadores, em que a estrela é o disc-jockey", disse o relator na Câmara, deputado Sabino Castelo Branco (PTB-AM).
domingo, 2 de maio de 2010
sexta-feira, 30 de abril de 2010
Tablets como ferramentas para DJs
Qual o primeiro pensamento vem à cabeça quando se fala em tablets? A maioria já pensa logo em leitor de livros digitais ou navegador web. Certo? Pois bem, com essa nova geração de aparelhos, as ferramentas estão cada vez melhores e mais avançadas. Uma linha que tenho percebido estar em crescimento são as ferramentas para profissionais da música eletrônica. Sim, DJs!
Lembro quando vi os primeiros aplicativos deste tipo. Eram muito bons, mas a interação era complicada. Um exemplo disso era a linha de aplicativos daeJay. Anos depois até a Nokia entrou nessa com o aplicativo Nokia DJ Mixer para aparelhos como N95. Era um aplicativo bem interessante e que tinha futuro. Pena que não foi para frente.
Hoje, as coisas mudaram. Estão saindo aplicativos bem mais avançados que fazem uso das telas capacitivas com recurso de múlti-toque. Somados aos novos tables, o casamento entre eles é perfeito. Separei aqui neste post uma lista com alguns destes aplicativos.
fonte: blog Npossibilidades
terça-feira, 27 de abril de 2010
SEJA UM DJ VIRTUAL MAS PROFISSIONAL COM VIRTUAL DJ 6

segunda-feira, 26 de abril de 2010
CLUBS DJS E AZARAÇÕES NO SECOND LIFE
Cada vez mais DJs profissionais estão entrando numa segunda vida no game Second Life. Muitos clubs famosos e marcas importantes do mercado fazem "merchan" no Game.Isso atraiu alguns DJs conhecidos e outros nem tanto, o que realmente importa é sonhar e sonhar.Veja na foto ao lado Juliano Zucare na Pacha Club do Second Life convidado a um set pelo DJ Lum um dos residentes do club virtual.sábado, 17 de abril de 2010
Balada silenciosa chega a São Paulo em 06 de abril
Você já imaginou uma balada silenciosa? Pois é. Esse é o foco da Nokia Silent Club, que chega ao Brasil na semana que vem. Contrariando o principal agente em uma balada, a música, o evento que é febre na Europa coloca você como responsável pela escolha da trilha sonora que te fará dançar a noite inteira. O evento disponibiliza fones de ouvido com bluetooth na badaladaSonique, um famoso local em São Paulo. Pegue seu fone e escolha entre três canais dos DJs convidados - Killer on the Dancefloor, De Polainas e Thiago Ney. Percebeu que uma das músicas é perfeita para o momento? Caia na pista sem medo de ser feliz.
segunda-feira, 22 de março de 2010
PRA QUE CDJ
quinta-feira, 18 de março de 2010
terça-feira, 16 de março de 2010
O QUE ESTÁ ACONTECENDO COM O MUNDO DA MUSICA ELETRONICA
T-Pain iPhone App: 300.000 Downloads em três semanas
Há 6 meses atrás, o popular iPhone App desenvolvedor Smule lançou o seu Eu sou T-Pain iPhone app. Esta maravilhosa peça pouco de tecnologia deu-lhe a possibilidade de cantar junto com T-Pain faixas utilizando Auto-Tune. O resultado é uma tonelada de divertimento.
Então, ele foi um pouco menos de um mês desde que eu sou T-Pain sucesso da App Store.
Muito bem, parece. Smule disse-nos que o aplicativo foi baixado300.000 vezes desde o seu lançamento - impressionantes, se dissermos para nós mesmos.
O aplicativo custa $ 2.99 dolares, e já chegou a custar $ 0.99 dolares.
Primeiro, os números: de acordo com Smule, seu aplicativo foi baixado mais de 300.000 vezes em três semanas - que é mais de 14.000 downloads por dia. Os números de participação, porém, são ainda mais impressionantes. O usuário médio gastou 66 minutos com o aplicativo aberto e lançou a 12,5 vezes. Com esse tipo de contratação, não deve surpreender ninguém que já existem mais de 4,1 milhões gerados pelo usuário e músicas produzidas pelos usuários do aplicativo.
Baixei o app e não vi nada demais nele, mas pra quem é fã demorou. Profissionalmente esquece.
segunda-feira, 1 de março de 2010
gringos em #1 no beatport com a nossa música
Pois é, ao invés de nós brasileiros estarmos usando a nossa música pra agitar o mundo, são os gringos que estão fazendo isso.
A track #1 de hoje (26 de fevereiro de 2010) no Beatport é uma música brasileira recriada em versão House, e o mais impressionante: produzida por um alemão e remixada por um italiano!
Ao invés de nós brasileiros “atacarmos” o mercado internacional da dance music usando nosso sangue latino, alto astral e swing, nós estamos fazendo o contrário: simplesmente copiando os gringos, perdendo tempo discutindo besteiras ou metendo o pau no Jesus Luz, que na minha opinião faz mais pelo Brasil do que os DJs invejosos que o criticam.
Temos que valorizar nossa cultura e criar movimentos brasileiros dentro da dance music, no mundo inteiro é assim!
Alguns exemplos recentes de movimentos regionais: dutch house, Swedish House Mafia, tech house com influências latinas, o trance europeu, psy trance de Israel… além dos clássicos Detroit Techno e Chicago House.
E o Brazilian House? A Máfia Brasileira do Techno?
Vamos nos mexer galera: nós temos tantas influências boas pra usar, pra que nos limitarmos a sempre estar um passo atrás dos gringos copiando o que eles fazem?
O cúmulo pra mim é um brasileiro querer produzir minimal techno! Com todo respeito com a galera que curte e investe no gênero, mas esse estilo não tem nada a ver com uma pessoa que vive no Brasil: um país que tem um povo feliz e festeiro, mulheres bonitas, beleza natural, palco do Carnaval, que é a maior festa popular do mundo…
Sei que tem muita gente contribuindo pra mudar isso, como a galera do de Curitiba do Tribo Brazil, o produtor Joe K e uma galera de Sampa que agita produções nacionais, mas na minha opinião todo produtor nacional deve ser obrigar a olhar pra música brasileira como inspiração.
Renato Cohen estourou no mundo com a faixa “Pontapé”: techno de qualidade, com nome em português e tempero brasileiro!
E a galera do drum’n'bass? Marky e Patife se tornaram lendas mundiais recriando versões eletrônicas do nosso samba-rock!
Nosso lendário DJ Memê fez inúmeros remixes de artistas brasileiros e todo ano faz tours na Europa.
Se continuarmos a fazer dance music sem referências nacionais vamos sempre estar atrás do Funk Carioca, do Sertanejo Universitário, do Pagode, do Emo Rock Nacional e de tudo mais que geralmente quem curte dance music torce o nariz, mas a verdade é que esses gêneros FALAM A MESMA LÍNGUA DO PÚBLICO, tanto na língua portuguesa quanto no swing natural do brasileiro.
Olhe a galera do Rock Metal: o Sepultura explodiu no mundo inteiro depois de fazer um álbum com influências nacionais.
E aí, vamos agitar isso? Ou vamos deixar os gringos fazerem sucesso mundo afora com a NOSSA música? Vou bater na porta dos selos nacionais e sugerir a criação de uma compilação só com tracks com tempero nacional.
Se você concorda comigo, peço que espalhe esse post pra todos os produtores que você conheça, e também pros DJs pra começarem a abrir mais espaço pra “música eletrônica brasileira”.
Deixe sua opinião nos comentários.
Autor: Felippe Senne
Data: 26 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
CONTROLAR O SEU ABLETON OU OUTROS COM SEU IPHONE OU IPAD
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
Mamy Rock DJ DE 69 ANOS

Flowers decidiu se lançar no mundo das mixagens por acaso, há cinco anos, após ter ido à festa de aniversário de seu neto em uma boate londrina. Ela quase foi barrada pelo porteiro, mas conseguiu entrar e diz ter descoberto um novo mundo sentindo que a partir dali sua vida iria mudar. E como mudou!
Ela aprendeu a mixar e, com a ajuda de seu produtor francês, amigo de seu neto, ela começou a tocar em casas noturnas. Segundo Mammy Rock , ela gosta de mixar músicas novas e antigas. Misturando música eletrônica com Rolling Stones, por exemplo, diz a DJ. O grupo de rock Queen é um de seus favoritos.
Mamy, que vive entre Paris e Londres, recebeu convites para se apresentar na Grã-Bretanha, nos Estados Unidos e na América do Sul, afirma ela , sem querer revelar, no entanto, se a turnê incluiria o Brasil.
Mamy Rock diz que seu filho e neto acham sua nova atividade “fantástica”. Mas ela não contou à sua irmã temendo que não vá gostar por ser uma pessoa de idade!
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
RECONHECIMENTO DE FACES
Veja alguns videos
sábado, 23 de janeiro de 2010
QUER ACELERAR A ABERTURAR DE SUAS PAGINAS NAVEGADAS EM ATE 50%

“Você pagou por acesso rápido à internet, mas por algum motivo a leitura de websites parece lenta. Estranhando o ocorrido, você liga para o serviço de atendimento ao cliente do seu provedor de Internet.
Após um longo tempo ouvindo à uma vibrante trilha acompanhada por uma narração que exalta as qualidades da empresa, você é atendido: o funcionário confere as suas configurações, efetua um teste de banda e… tudo OK, não há nada com a sua conexão.
Tentando dar um fim ao mistério, um técnico da empresa faz a rotineira visita à sua casa, confere os cabos na caixa de entrada, faz um teste de ping e, sem solução, assina a ordem de serviço indicando que nenhuma deficiência foi encontrada.
E agora, o que fazer? Há uma solução simples (e gratuita) que pode resolver o seu problema. Existe um importante elemento para que sua conexão funcione bem, que é o servidor de DNS. Ele permite traduzir os nomes de domínios (como www.pcmag.com.br) em números de IP correspondentes (como 200.221.8.150).
O problema é que no Brasil, os servidores de DNS raramente funcionam de forma otimizada. Muitos provedores de internet sofrem para resolver os domínios com rapidez, resultando em páginas que demoram para abrir, apesar da enorme banda contratada estar sobrando.
O que fazer, nestes casos? Corte o mal pela raiz: ao invés de utilizar os números fornecidos pela empresa, adote o OpenDNS. Este serviço gratuito (e nada intrusivo – garantido) faz uma rápida busca e tradução dos endereços, que são usados a cada vez que você manda um e-mail, visita uma página de internet, utiliza serviços peer-to-peer, e assim por diante.
Utilizando uma base de dados inteligente, o OpenDNS beneficia o usuário com sua rede de alta performance, distribuída geograficamente e acompanhada por servidores redundantes. O serviço responde à sua conexão utilizando o servidor mais próximo, tornando tudo mais rápido e confiável.
Além disso, o OpenDNS oferece serviços muito interessantes. Erros de digitação comuns, como digitar .cmo ao invés de .com, são corrigidos automaticamente, de forma transparente para o usuário. Um virtuoso filtro contra phishing (uma entre as diversas formas de tentar roubar o seu dinheiro com golpes online) impede que você entre em sites comprovadamente perigosos, exibindo um aviso no navegador.
Quer mais? Não é necessário instalar absolutamente nada em seu computador, e o serviço funciona em qualquer sistema operacional: Windows, MacOS, Linux, e assim por diante. A empresa ganha dinheiro ao exibir propagandas e anúncios APENAS nos sites que você digitar errado, cujo domínio não existir. Trocando em miúdos, ele não interfere em sua navegação!”
Hora do teste efetivo
Gostou da idéia? Mãos à obra! Basta modificar a sua configuração de DNS e adicionar os números abaixo
Usuários Windows 2000, XP, Vista ou Seven
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
Ableton + Serato = The Bridge
Por Ilan kriger em www.ilankriger.net
Eu estava muito ansioso com o lançamento do software que iria marcar a união
entre o Ableton e o Serato,a minha expectativa era de um produto que seria matador e que mudaria a
direção do universo de DJs digitais para sempre.
O The Bridge é em certos aspectos uma inovação, mas apenas para os usuários do
Serato, para quem não tem habilidade de fazer malabarismos (scratchs e afins)
com os toca-discos (como eu e muitos outros DJs e produtores) o software não
vale muito.
A Ponte (The Bridge) faz a conexão entre o Ableton e o Serato em duas
direções:
ABLETON PARA O SERATO
Um dos decks do Serato pode se transformar na tela Session View do Ableton
Live, com isso você pode com uma APC 40 ou outra controladora Midi, disparar
clips, cenas, efeitos e afins.
A velocidade do Ableton pode ser manipulado pelo timecode vinil/cd (você pode
discotecar com o som que está sendo criado em tempo real pelo Ableton),
infelizmente não é possível fazer scratch e nem mesmo tocar o áudio de trás
para frente.
A tela do Serato pode ser customizada para mostrar 4, 5, ou 8 cenas, e 4, 6 ou
8 tracks. Outras duas funções me chamaram a atenção:
Isso é bem interessante, é possível ver uma
representação gráfica do som gerado no Ableton dentro do Serato.
o Groove
É possível usar o botão “sync”, para igualar a
velocidade do Ableton com outra fonte de música.
SERATO NO ABLETON – MIXTAPE
Neste tipo de conexão tem alguns aspectos interessantes
mas também duvidosos.
O DJ no Serato pode gravar o mix para depois abrir e edita-lo dentro do
Ableton, o set é gravado como um arquivo .als (que é o formato dos projetos do
Ableton Live) dentro de uma pasta também com os arquivos de áudio gerados,
pode parecer interessante mas:
Para isso você vai precisar de um destes mixers da Rane Rane SL, Rane SL 3,
Rane SIXTY-EIGHT, Rane MP, Rane TTM 57SL A, Vestax VCI-300, Numark V7,
Numark NS7, Denon DJ DN-HC5000 ouAllen & Heath Xone DX;
Qualquer DJ vai poder editar os seus erros ou mesmo refazer o set dentro do
Ableton Live.
O lado interessante dessa conexão é que a partir da versão 8.1 o Ableton tem
em seus arquivos .als, uma espécie de arquivo .xml que vai pode ser hackeado e
também usado por outros softwares.
PONTO FORTE DO THE BRIDGE
Integração sem atrasos e conexões extras entre Ableton e
Serato (melhor que qualquer tipo de Rewire), aqui não faz diferença qual
programa você abre primeiro.
PONTOS FRACOS
- Visualização dentro do Serato não dá muitas dicas
visuais (como os 4 decks do Traktor dá);
Não é possível fazer scratch com projeto e partes de músicas do Ableton no
Serato (só controlar a velocidade para mixar);
Produtores musicais não ganharam mais controle;
Não existe marcação de múltiplos Cue points como no Traktor;
Você precisa ter o Ableton e o Serato para usar o The Bridge;
Você precisa de mixers especiais para colocar o Serato no Ableton.
CONCLUSÃO:
Senti que as duas empresas quiseram dar as mãos mas não
ir muito a fundo no relacionamento. O The Bridge não é um novo produto e sim
um conexão entre os dois.
Nunca usei o Serato, mas sei pelos muitos DJs de Hip-Hop que usam que ele é
muito estável e que não usa muito processamento, mas venhamos e convenhamos a
interface é muito feia e ele perde de goleada do Traktor.
EU ESPERAVA ALGO ASSIM:
O The Bridge foi anunciado como o primeiro fruto dessa parceria, espero que
eles consigam encontrar alguma solução que realmente coloque o Ableton e suas
infinitas possibilidades na berlinda dos softwares de discotecagem, eu
sinceramente estou bem tentado a começar a usar o Traktor com o Kontrol
X1
E você, o que achou?
Por ilankriger em www.ilankriger.net
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